segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Equipas de basquetebol feminino e badminton da Mocidade Portuguesa: década de 1960/70

Teresa Chalupa, Mélita Parreira da Cruz e Paula Chalupa
  Paula Chalupa na Bélgica (MP)



Celina, Teresa Chalupa, Helena Chalupa, Eugénia Sena (Gena), Iolanda Costa Santos, Elisa Sena...


Em cima, da esq. para a dt: Alexandrina Freitas, Raquel Martins, Ana Oliveira (Xana), Elsa Rodrigues e Cândida Quadros. Embaixo: Eduarda Figueiredo, Graça Castro, Isabel Costa Santos e Idalina Costa.
 

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Selecção Moçâmedes na década de 1950 e nas seguintes



Em cima, da esq. para a dt: Helena Gomes (Ginásio), Celisia Calão (Ginásio), Fátima Abrantes (Benfica), Bernardete Tavares (Independente de Porto Alexandre), Marlene Oliveira (Benfica) e Eduarda Bauleth de Almeida (Ginásio)
Embaixo: Francelina Gomes (Ginásio) e Clarabela Trindade (Benfica)


Aqui podemos ver Francelina Gomes, Clarabela Trindade, Fátima Abrantes e Bernardete Figueiredo

Selecção de Moçâmedes 1957. Em cima, da esq. para dt: Minelvina Cruz, Margarida (Guida), Júlia Castro, Claudete Figueiredo e Lurdes Teixeira. Embaixo: Julia Jardim, Nide, Celisia Calão, Suzete Freitas e Lurdes

terça-feira, 22 de julho de 2008

Clube Desportivo de Vila Arriaga (Bibala), Angola (distrito de Moçâmedes), em 1952

Basquetebol Feminino: Sporting Clube de Moçâmedes e Sport Clube do Lubango.

Pioneiras do Sporting Clube de Moçâmedes em 1952. Em cima, da esq. para a dt: ...e Bernardete Diogo. Embaixo: Pitula, Marlene e?

Equipa de basquetebol feminino do Sporting Clube de Moçânmedes. Da esq. para a dt., e em cima:  Manuela Faustino e ? Camacho. Embaixo
Sporting Clube de Moçâmedes e Sport Clube Lubango. Anos 1950


Sporting Clube de Moçâmedes e Sport Club Lubango. Anos 1950

Sporting Clube de Moçâmedes e Sport Clube Lubango. 1955

Sporting Clube de Moçâmedes e Sport Clube Lubango. Anos 1955.  Em cima e da esq para a dt: José Pedro Bauleth (treinador),  Helena Santos, Fátima Martins, ?, Júlia Castro, ?, Maria Lulia Maló Abreu (Pitula), ?, Cláudia Guedes da Silva, ?, Osório e ? José Inácio dos Santos (treinador da equipa do Lubango). Embaixo: ?, Orlanda (Pequenó) Martins, ?Santos, Pequenina ?, Noelma Coelho e ?

Sporting Clube de Moçâmedes e Sport Clube Lubango. 1955

Basquetebol feminino: o Ginásio Clube da Torre do Tombo em terras de Benguela (1955)

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1953. Ano da formação da equipa de basquetebol feminino do Ginásio Clube de Torre do Tombo, tendo por treinador, António Inácio dos Santos, que aqui vemos ladeado por uma das filhas, Manuela?,  e por Celisia Calão. Nesta altura Santos era ainda treinador do Sport Clube da Bibala que viera a Moçâmedes disputar o Distrital.


Aqui José Inácio dos Santos já era treinador do Ginásio.  Estas são as primeiras basquetebolistas que acorreram a inscrever-se numa altura em que o basquetebol feminino  se cimentava entre nós. Em cima, e da esq. para a dt. : Helena Gomes, Maria Eduarda dos Santos Vicente, Paula Ferreira, Violete Velhinho, Helena Santos  e Francelina Gomes. E embaixo:  Aurora Teixeira (Cambuta), Celisia Calao e Eduarda Bauleth de Almeida. Por esta altura o quinteto era assim constituido: as irmãs Helena e Francelina Gomes que haviam deixado o Atlético (em cima à esq e à dt.) Maria Helena Santos vinda do Sport Clube da Bibala (Vila Arraga), a 2ª da dt para a esq., em cima; Eduarda Bauleth de Almeida e Celísia Calão, embaixo, as 3ª e 4ª da esq. para a dt.
 

Ainda as pioneiras do Ginásio, juntamente com as equipas do Independente de Porto Alexandre, do Atlético Clube de Moçâmedes e do Aport Moçâmedes e Benfica.
 Atrás: Celisia Calão e Paula Ferreira (Ginásio), Basquetebolista do Indep.. Minelvina Cruz (Benfica), Claudete Figueiredo (Atlético), Violete Velhinho e Helena Santos (Ginásio) Lusdes Figueiredo (Benfica), Bernardete (Independente) Marlene Oliveira (Benfica) , Francelina Gomes (Ginási) e ? do Ondependente. A meio, da esq. para a dt: Helena Gomes, Eduarda Vicente (Ginásio),  Gina Figueira Fernandes (Benfica), Julia Jardim (Atlético), Fátima Abrantes (Benfica) ? Independente,  ? (Benfica), Maria Gouveia e Esmeralda Martins (Atlético) e ? (Independente).
Embaixo, da es. para a dt: Eduarda Bauleth Almeida (Ginásio) Rosa Gancho (Independente), Manuela Santos e Aurora Teixeira (Ginásio), ? (Benfica), Maria Augusta Gouveia (Atlético), Clarabela/Bela Trindade,  Susete Freitas (Atlético), ? (Benfica) ?, (Atlético) e Fernandina Coimbra (Independente)

 Ginásio Clube da Torre do Tombo. A equipa definitiva Em cima e da esq. para a dt.as avançadas Maria Nídia Almeida, e as irmãs Francelina (capitã) e Mª Helena da Costa Gomes. Embaixo, defesa: Eduarda Bauleth de Almeida e Celísia Calão. 1954



 Ginásio Clube da Torre do Tombo, 1954, na velho salão do clube. Em cima e da esq. para a dt. Celísia Calão,  Mª Helena da Costa Gomes, o treinador Fernando Galvão, Francelina da Costa Gomes e Paula Ferreira. Embaixo: Ricardina Lisboa, Eduarda Bauleth de Almeida e M. Nidia Almeida.



Celísia Calão a bordo do "Pátria", à chegada ao porto do Lobito. O Ginásio, Campeão Distrital foi disputar, em 1955,  foi disputar o Quadrangular de Benguela

 Ginásio Clube da Torre do Tombo, 1955, em Benguela. Em cima e da esq. para a dt. Celísia Calão, Francelina Gomes, Paula Ferreira e Ricardina Lisboa.
Embaixo: M. Nídia Almeida,  Mª Helena da Costa Gomes, e Eduarda Bauleth de Almeida 


Esta foto foi tiradas em 21.06.1955, em Benguela, nos momentos que anteciparam o jogo decorrido na cidade de Benguela entre o Ginásio Clube da Torre do Tombo, (equipa vencedora do Campeonato Distrital de Basquetebol feminino) e o Clube Feminino de Benguela .Da esq. para a dt, em cima: equipa de Ginásio Clube da Torre do Tombo: MªNídia Almeida (eu), Paula Ferreira (Paulita), Eduarda Bauleth de Almeida, Celísia Calão, Francelina Gomes, Helena Gomes. À dt. José Pedro Bauleth, na altura o treinador da equipa do Ginásio.Embaixo: Equipa do Clube Feminino de Benguela: Gina, Eteanete, Guilhermina, Edith Soeiro, Tonica, Nininha, Lena Morezo, Ana Epifânia e Fátima Sampaio Nunes.

sábado, 19 de julho de 2008

Equipa de basquetebol feminino do Ginásio Clube da Torre do Tombo


Ginásio e Atletico de  Mocãmedes em plena jogada no campo do Sporting.

Celisia Vieira Cao recebendo a taca das mãos do Governador Geral de Angola.


Celisia Vieira Calão (Ginásio Clube da Torre do Tombo) a ser entrevistada pelo radialista Carlos Moutinho.Por detras, Amilcar de Sousa Almeida.


:Celisia Vieira Calão (Ginásio Clube da Torre do Tombo)em plena jogada no campo do Sporting.


Francelina Gomes dando vivas após ter recebido a taça. Equipa do Ginásio Clube da Torre do Tombo em 1955Da esq. para a dt.  Em cima: Paula Ferreira, Helena Gomes, Fernando Franca Galvão (treinador), Francelina Gomes e Helena Santos.

 
 Juvenis do Ginásio Clube da Torre do Tombo, na década de 1950

Basquetebolistas do Ginásio, do Benfica, do Atlético de Moçâmedes e do Independente de Porto Alexandre, em 1953


terça-feira, 3 de junho de 2008

Basquetebol feminino em Moçâmedes: Clube Ferroviário de Mocamedes (anos 1950)

Basquetebol feminino: Independente de Porto Alexandre (Distrito de Moçâmedes- Angola)




Equipa de hóquei em patins (infantis) do Sport Moçâmedes e Benfica: 1972

 



















Equipa de hóquei em patins (infantis) do Sport Moçâmedes e Benfica.
Da esq. para a dt.
Em cima: Jorge Mesquita, Filipe Pereira e Luis Nunes.
Embaixo: Pedro Ilha, Armando Silva e Sérgio Nunes.
Importa aqui salientar que os irmãos Nunes, Luís e Sérgio, ingressariam mais tarde, primeiro em equipas de hóquei em Portugal e mais tarde em Itália, onde se destacaram ao mais alto nível.
Foto gentilmente cedida por Pedro Ilha.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Equipa de hóquei em patins do Sport Moçâmedes e Benfica na classe de infantis




Da esq. para a dt.
Em cima: Aurélio Baptista, Mário Domingos, Lidio, Filipe Pereira, Bordalo (treinador?), Luís Nunes, Henrique Teles e Moçambicano ( ? Técnico ?).
Embaixo: Pinto Lopes, Mané Peixoto, Pedro Ilha, Armando Silva, Sérgio Nunes, J. Duarte Mesquita e António Domingos.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Hóquei em patins : Atlético Clube de Moçâmedes (Juniores)


























 


Dois ex-hoquistas moçamedenses em Luanda: 1972 (Benfica de Luanda)

 
















Como foi atrás referido, após cumprido o serviço militar, muitos foram os hoquistas moçamedenses que não regressaram à sua terra, por questões da sua vida profissional, e fixaram residência noutros pontos de Angola. Uns porque arranjaram melhores condições de emprego lá fora, outros porque após o seu regresso, viriam a ser colocados noutras cidades. Foi o caso dos primos Álvaro Jardim e de Laurentino Jardim que vemos nesta foto. Ambos na altura a viver em Luanda, onde se encontravam ligados à modalidade do hoquei em patins, no Sport Luanda e Benfica.


Na foto, Alvaro Jardim (Chamenga), treinador, dá instruções á sua equipe, enquanto Laurentino Jardim (ao centro), juntamente com um seu colega de quipe, escuta, atento, essas mesmas instruções. Ambos fizeram parte de equipas de hóquei em patins do Atlético Clube de Moçâmedes, ainda que em épocas diferentes.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Complexo Desportivo do Sport Moçâmedes e Benfica,




As três fotos acima:
1. O Complexo Desportivo do Sport Moçâmedes e Benfica, 32 anos depois. Registe-se o bom estado de conservação. Bem haja!
2. As duas a seguir são do mesmo complexo desportivo,  em planta,  e em foto tirada em 1957,  fase de construção























O Governador Geral de Angola, Horácio Sá Viana Rebelo, no decurso de uma visita a Moçâmedes realizada em 1957, a ser cumprimentado pelos abnegados dirigentes do Sport Moçâmedes e Benfica, Luís de Sousa Simão, João Maurício, João R. Trindade e Mário António Guedes da Silva - que convictamente procuraram levar para a frente o projecto da construção do seu Complexo Desportivo. Nesta data tinha sido inaugurada  a 1ª fase do cais comercial e o novo edifício do Grémio dos Industriais de Pesca de Moçâmedes.

















Nesta foto podemos ver, `esq. três elementos do grupo dos "carolas" dirigentes, enquanto tentavam angariar fundos para a conclusão do pavilhão junto do Governador Geral de Angola: Vitalino Amém, Mário Guedes da Silva e Simão.

 




A LUTA PELO SONHO...


O Complexo Desportivo do Sport Moçâmedes e Benfica foi uma construção, que, como tantas outras em Moçâmedes, quase que foi «arrancada a ferros». Incluso a mísera ajuda conseguida junto do Governador Geral, foi algo dramático. Resultado: por falta de disponibilidades financeiras o ambicionado projecto, em 1975, ainda estava por terminar, incluindo a parte que iria constituir a sede directiva e administrativa do clube. Estas tiverem que passar a funcionar, provisoriamente, e à espera de melhores dias, que nunca chegaram, nos espaços inferiores das bancadas, que foi aproveitado para o efeito. Nas restantes fotos, podemos ver alguns dos abnegados dirigentes do Sport Moçâmedes e Benfica, na sua «luta» pela concretização do «sonho».

Aliás, a própria Igreja Paroquial de Santo Adrião, construida a pedido de Bernardino Freire de Figueiredo Abreu e Castro, o Chefe da 1ª colónia de fundadores que, vinda do Brasil, na Barca "Tentativa Feliz", chegou à antiga Angra do Negro em 04 de Agosto de 1849, também foi construida à custa de donativos conseguidos os esforçados colonos. Outra obra do mesmo modo construida em Moçâmedes, ou seja , através de donativos, foi o Observatório Metereológico,  edificio de características únicas que na década de 1950, alguém resolveu mandar demolir, com o argumento de desimpedir a zona próxima da Praia das Miragens.

Para sermos fiéis e verdadeiros em relação à História, estas coisas devem ficar escritas. Apesar da riqueza de Angola, e do mito da «árvore das patacas», só com muito esforço, muita luta e muita dedicação por parte de dirigentes, de alguns «carolas» e dos atletas, os Clubes desportivos conseguiam subsistir. Sem quaisquer subsídios por parte do Estado nem das Câmaras Municipais, os Clubes mantinham-se financeiramente através das pequenas quotizações dos seus associados, do precário produto dos jogos, e pouco mais. Neste contexto, era sempre uma aventura para os dirigentes dos clubes, enveredarem por quaisquer melhoramentos que os viessem beneficiar, bem como ao Desporto e à Cidade em geral, uma vez que não possuíam uma base financeira estável.

Foi por uma destas aventuras que enveredou a Direcção do Sport Moçâmedes e Benfica, quando, no ano de 1957, a 11 de Março, após várias reuniões levadas a cabo para o efeito, a sua Direcção resolveu empossar uma «Comissão Pró-Sede e Parque de Jogos» constituída pelos seguintes elementos: Intendente José da Silva Vigário (Presidente), Gaspar Gonçalo Madeira (Vice-Presidente), Mário António Gomes Guedes da Silva (Secretário), João Soares (Vogal), Arménio Joaquim Lemos (Vogal), Ernesto do Oliveira (Vogal), José Alberto Pereira Monteiro (Vogal) e Pedro Lopes da Silva (Vogal). O Benfica não possuía nem uma sede nem um campo de jogos com as condições minimamente aceitáveis e muito menos de acordo com a excelência dos seus atletas, como ficara comprovado no ano de 1956, com as vitórias alcançadas nas modalidades de basquetebol feminino e masculino


Criada a Comissão, em seguida, e por deliberação de 22 de Março de 1957, são iniciadas diversas campanhas tendo em vista a angariação de fundos entre a população, industriais e comerciantes. Outras resoluções se seguiram quanto à aquisição do terreno, projectos, cálculos de betão, exposição ao Governador Geral de Angola solicitando a comparticipação no investimento, etc., etc.. Foi assim que começaram a surgir os primeiros fundos e foi possível arrematar o terreno com cerca de 4900 mts 2 por 16.802$10 à Câmara Municipal de Moçâmedes e partir para a elaboração do projecto que incluía o parque de jogos e o edifício-sede, da autoria do desenhador-técnico, António Coelho. A Câmara Municipal da cidade ofereceu as primeiras carradas de areia, e Gaspar Gonçalo Madeira, membro da «Comissão Pró-Sede e Parque de Jogos» prontificou-se a assegurar a cobertura dos camarotes e a fornecer todo o ferro necessário para a respectiva construção a preço do custo. O produto das subsequentes angariações de fundos permitiu erguer as paredes de todo esse complexo. O sonho dos benfiquistas de um estádio completamente circundado de bancadas e camarotes com a capacidade de cerca de 4 mil pessoas sentadas, estava finalmente em marcha... Faltava, porém, para que a obra pudesse avançar o subsídio do Governo Geral, e foi perante essa necessidade que Mário António Guedes da Silva foi levado a deslocar-se a Luanda para angariar também alí donativos, tendo regressado com a quantia de 20 mil escudos que foi imediatamente aplicada.


 



Mário António Guedes da Silva (Tesoureiro) e Lourdino F. Tendinha (Presidente da Assembleia geral) expõem ao Presidente do Conselho Provincial de Educação Física, major Fausto Simões, o plano de obras para o novo complexo desportivo do Sport Moçâmedes e Benfica. Foto tirada em 08.11.1959.









































(o Postal que serviu para a angariação de fundos)

Eis algumas fotos do dia da inauguração